sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Corrupião cantador


Apresento a vocês o "Tililico", corrupião cantador de estimação do meu querido tio Injo. Vive solto pelo quintal pulando ora, nos galhos da laranjeira, ora no topo de sua gaiola que sempre está de porta aberta para o seu ir e vir. No incansável vai-e-vem cantarola fazendo malabares esticando o pescoço, abaixando a cabeça e pulando no chão. Puro encanto.
Elisa Campos


Hoje dedico esta página à Elisa Zambenedetti que apresentou no seu espaço "Aves do Brasil em Haikai" em comemoração ao dia 7 de setembro a ave Ararajuba, Guaruba, em vias de extinção. A homenagem foi compartilhada pelos eco-poéticos: Bosco Esmeraldo, Jerônimo Madureira, Rejane Chica, Teresa Cristina Flordecaju, Pedro Leite Junior, Vilma Piva, Elisa Campos, Nete Brito, Elder Prates, Joel Costadelli, Ricardo Vichinsky, Eunice Castilho, Andriz Petson, Terezinha Canabarro, Alexander Pasqual, Júlio Machado, Se-Gyn e Toninhobira.

Para todos que apreciam a natureza, ao Emídio Bastos e demais fotógrafos do espaço da Elisa Zambenedetti e aos amigos virtuais que me acompanham nesta jornada ofereço este haiga a seguir:


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Trem

          Nenhuma fotografia, 

        Nenhuma escultura, 

      Nenhuma escrita,

    Nenhuma pintura,

  Nenhuma poesia

Terá sido em vão.

Cada arte vem do âmago do seu ser com focos que delineiam cores multifacetadas na magia da encantação.
Este trem vem de outros mares e pára de estação em estação para embarcar mais um amigo virtual. Cada um traz na bagagem a sua história, a sua poesia e o seu sonho que vale a pena compartilhar.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A Borboleta

Com Monet viaja
nas imprecisas borboletas
azaléias com asas 
Elisa Campos 

da janela o azul
na manhã de primavera
  e os jatos e a lua 
Alexander Pasqual

Sala perfumada
com o vai-e-vem das cortinas
flores de jasmim 
Elisa Campos 

Flores de jasmim
copiosamente caem
no banco vazio 
Cristiano Gomes

 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Partida de Pássaros


 Um verde mar
do alto do morro se vê
bananal ao vento
Elisa Campos

As aves no céu
desenham rotas gentis-
retorno ao lar 
Gaivotadourada22

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Coisa Julgada

Vai-se o inverno
mas a frieza do homem
é sempre hibernal

Júlio Machado

 

O tronco do pinheiro
é tudo que me resta
nesta estrada vazia...

Respiro incenso
e o tempo aqui começa
enluarando o céu...

Subitamente balançam
ao salto das rãs
adormecidas tulipas...

Trechos do poema para Fukushima
Luiz Gustavo Pires - Telhado de vidro